Texto aqui
OLÁ!
Não leio a tal revista há muitos anos. Parece que devo estar precisando ir ao dentista. Mas pelos motivos que me levaram ao descaso ...ops... isso é grave, pois equivale a omissão. Discordo da linha editorial da Veja.Dai limito-me a tentar compreender seu texto a partir de um pressuposto e pelo que sei da sua linha de pensamento. Sempre que "vejo" algo, chego a irritar-me e a omissão, sim, pois ao indignar-me, calo-me, enquanto as ideias veiculadas permanecem malformando nossas classes médias e as medíocres . Não que minha opinião ou ação particular chegassse a afetar , mas quem sabe num processo de progressão quiçá algébrica, como voce bem faz aqui, vá esclarecendo os normais.
Esta sua bandeira, negligenciada na história, na verdade vem sendo escamoteada por interesses sabe-se quais. Veja (?sem trocadilhos) uma recente propaganda na TV que a partir da informação dos altos indices de mortalidade entre adultos masculinos principalmente os jovens, "conclui" com a frase que "homem não se cuida", premissas verdadeiras, conclusão verdadeira, porem escamoteando outra e verdadeira face, a desigualdade social extrema, as redes de trafico, as drogas hoje, como o alcool em tempos de lei seca, a pobreza e a falta de perspectiva, biológicas(?), o poder social, são tambem outras condições que acarretam violencia e concorrem para os indices de mortalidade citados. É ! Homem não se cuida. Simples assim. Humanos não cuidam de si, do proximo ou do meio. Querem apenas possuir.
Acho dificil estabelecer o que deveria ser UMA resposta a uma multiplicidade de problemas, como os que surgem destas relações. Penso que o trabalho sobre si, ja proposto por Socrates,( e estudado por Foucault,) poderia ser essa resposta, independente de casos ou gêneros. Mas a sociedade e seus órgão de (des)informação não tem interesse no desenvolvimento da pessoa, pois é preferível trabalhar e dominar massas.
3 comentários:
Um formoso menino estava mesmo alí
Tocou de leve o lado esquerdo do meu peito
Olhou-me com um luminoso sorriso
Deixou-me sem fala, sem jeito
Deixou-me no apagar de uma vela
Olhei novamente o mar
A calmaria voltou como por encanto
Mil criaturas inundaram-me o olhar
Golfinhos felizes assobiaram
A cria de uma baleia acenou-me
Uma andorinha do mar poisou no parapeito da janela
Uma maravilhosa e antiga história sussurou-me
As estrelas brilharam no celeste
A Lua estendeu seu manto de fino lusr nesta cena
Adormeci na imensidão deste mundo
No embalo de...Uma Noite Serena...
Uma noite serena
Um mágico Natal
Um terno beijo
Bela e importante postagem.
FELIZ ANO NOVO, RECHEADO DE PAZ E MUITA SAÚDE.
Também discordo da Veja... e concordo com o seu ponto de vista. Mas sinto-me, sobretudo, alegre por vê-la de volta! :) Feliz 2010!
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