Num blog,"O Árabe" ,
http://ohassan.blogspot.com/ onde sempre encontro belas palavras de paz,
Belas palavras apontando sempre para a transcendência. Mas me pergunto, enquanto sínolo, de que adianta a força do vento sem as pás do moinho se precisamos do pão? E as águas, tanto podem ser fortemente rumorosas no leito da cascata, como plácidas e silentes num lago, não basta a essencia, é necessário a diferenciação.
OS BANCOS ESPERAM VOCES PARA UM BATE PAPO, MAS VAMOS TAMBÉM ATÉ A SALA, O BICHO-DA-MATA
AQUI É OS FUNDOS DA CASA ,
o quarto de guardados
BEM VINDOS TAMBEM AO MEU JARDIM
22 de jan. de 2010
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Trata-se de não perder o foco, e resgatar o que ando dizendo nas casas que visito.
Um comentário:
Imaginei-me embrenhado na metafísica de Aristóteles.
Mas não.
Sou filósofo de "rua" quando assobio e olho sem ver as montras que nos catrapiscam a carteira.
O vento, as pás do moínho, o grão, a farinha ... tudo está ao dispor, mas já devidamente confeccionado.
O vento dispensa-se, se bem que interiormente nos levante tempestades.
Por que nos preocupamos?
A água, esse elemento que alimenta, já é a diferenciação.
Por que apaga o fogo?
Talvez.
Como amante de água, não por ser pato ou patola (tolo), não por ter grandes patonhas, nem por alimentar patologias patológicas (a redundância é propositada), mas ... por ser um espelho do interior ("silente" ou "rumorosa"), onde nem sempre a percepção (subconsciente) é sempre uma alegria.
Quando as ondas se elevam ...
Cumprimentos e vou tentar "marcar" o caminho para esta casa.
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