Dona Sra. Urtigão disse...
Quero mais explicações.
Fiquei tentando analisar esta assertiva, que me incomoda, já que cética, não tenho certezas e tudo pode me abrir mais dúvidas. Creio que encontro uma impossibilidade no demonstrativo " ...uma sequencia..."e "fim da sequencia"
Vejamos: uma sequencia tem de conter mais de um termo/evento, então a morte não sendo sequencia é algo pontual, um evento. No entanto como evento, pode fazer parte de alguma outra sequencia e não como termo final obrigatòriamente. Afirmar que é final, é questão de fé. E esta fé ou certeza, eu não tenho.
16/09/10 14:33
Clicar AQUI para ler o texto original,
OS BANCOS ESPERAM VOCES PARA UM BATE PAPO, MAS VAMOS TAMBÉM ATÉ A SALA, O BICHO-DA-MATA
AQUI É OS FUNDOS DA CASA ,
o quarto de guardados
BEM VINDOS TAMBEM AO MEU JARDIM
16 de set. de 2010
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Trata-se de não perder o foco, e resgatar o que ando dizendo nas casas que visito.

Um comentário:
Então obrigada pela visita.
Deixei lá escrito:
"Não sou de grandes religiosidades.
Mas penso que a sequência é mesmo:
Nascer - Viver - Morrer.
Quem conseguiu escapar que me desminta.
Esta sequência nada tem a ver com a "Sequência de Fibonacci" que nunca percebi bem para que serve, é mais pequena e muito mais simples.
Só no fim é que são necessários quatro para transportar o que partiu."
Só uma pequena explicação:
"quem conseguiu escapar" quem nunca morreu, rsss, rsss, rsss, que me desminta.
"o que partiu", o que morreu.
A vida é tão simples!!!
Nós é que somos complicados.
Cumprimentos.
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