OS BANCOS ESPERAM VOCES PARA UM BATE PAPO, MAS VAMOS TAMBÉM ATÉ A SALA, O BICHO-DA-MATA

AQUI É OS FUNDOS DA CASA ,
o quarto de guardados

BEM VINDOS TAMBEM AO MEU JARDIM

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8 de set. de 2010

NUM BLOG DA São

Fazendo uma visita, daquelas que se passa por todos os blogs da pessoa, ou uma parte significativa, relê-se a barra lateral, vira-se a "postagens mais antigas", hoje dedicada à amiga São, deixei este comentario, o primeiro parágrafo, apenas, e como fiquei com vontade de continuar refletindo a respeito, podendo surgir daí sabe-se lá o que, vim pensar aqui



Visitei os quatro cantos de sua casa. Passei calmamente, apreciando as novidades, até revi uma ou outra coisa que já havia visto anteriormente mas rever não é sòmente ver de novo, mas apenas ver o novo pois que somos - os que vêem e o visto - novos a cada dia.
Vivemos cada vez mais pressionados - apressados - com pressa, depressa, as nossas relações vão se fazendo assim, abrangentes e superficiais. Visitamos um blogueiro, seguimos, somos amigos, e em geral nada sabemos sobre ele, nem ao menos o que ele tenta demonstrar, pois ao lermos o que escreve, pinta, fotografa, estamos apenas satisfazendo nosso ego inflado pelas adulações recebidas ( e necessárias, pois sem carinho/cuidados, o fim sobrevêm). Algumas vezes comentamos, ràpidamente, para seguir as regras do jogo. Mas será apenas mais um jogo entre tantos ou algo além disso? Porque repetinamente, ou talvez gradual e imperceptìvelmente descubro que aqui se faz amigos, se compartilha, cria-se outro modelo.
Podemos mudar as regras, começando por não seguir a nenhuma. Regra. Não estou propondo deixar de seguir os amigos, não.
Proponho termos amigos de verdade. ( E discutir sobre o que é verdade hshshshsh)

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Um comentário:

xistosa, josé torres disse...

Gosto de visitar os blogs, ler e deixar o comentário de acordo com o que está escrito.
Há blogs que são difíceis de comentar, como este.
Mas nunca chego, digo bom dia ou outra laracha e parto como se tivesse lido alguma coisa.
E mais importante.
Nunca deixo de comentar, mesmo que saiba que nunca mais lá vou voltar.
Mas há sempre quem tenha mais pressa.
Por isso prefiro não aparecer.

Trata-se de não perder o foco, e resgatar o que ando dizendo nas casas que visito.