AQUI na postagem" Pelo Japão"
Sra Urtigão disse:
quarta-feira, 16.03.2011, 07:31 UTC+0000 às 07:31 UTC+0000 Sei que todos voces estão certos, que uma geração não deve pagar por outra, que pessoas não tem culpas pelas ações de outras. Mas algo em mmim faz com que a compaixão tenha que ser elaborada racionalmente, penso nas baleias, penso nas bombas biológicas lançadas sobre povoados chineses na 2ª guerra e está dificil. Sinto-me envergonhada por isso ? É lógico e tenho por hábito expor minhas vergonhas. Talvez com as crostas e cicatrizes de meus ferimentos tenha perdido a sensibilidade e a capacidade – que outrora era grande, imensa até – de compadecer-me, exceto por crianças e animais – e destes enquanto não tenho certeza de que reencarnação é fato e estamos onde precisamos ou escolhemos.
Das lições dos grandes mestres da humanidade, da espiritualidade ? Cada vez prendo-me mais ao conceito da não-ação, de Lao Tse, mesmo que interpretando ao meu pobre e mesquinho modo.
( Apaguei a continuação. De comentario com justificativa ia se tornando confessionario)
Um abraço
http://oimpressionista.wordpress.com/
Sra Urtigão disse:
quarta-feira, 16.03.2011, 07:31 UTC+0000 às 07:31 UTC+0000 Sei que todos voces estão certos, que uma geração não deve pagar por outra, que pessoas não tem culpas pelas ações de outras. Mas algo em mmim faz com que a compaixão tenha que ser elaborada racionalmente, penso nas baleias, penso nas bombas biológicas lançadas sobre povoados chineses na 2ª guerra e está dificil. Sinto-me envergonhada por isso ? É lógico e tenho por hábito expor minhas vergonhas. Talvez com as crostas e cicatrizes de meus ferimentos tenha perdido a sensibilidade e a capacidade – que outrora era grande, imensa até – de compadecer-me, exceto por crianças e animais – e destes enquanto não tenho certeza de que reencarnação é fato e estamos onde precisamos ou escolhemos.
Das lições dos grandes mestres da humanidade, da espiritualidade ? Cada vez prendo-me mais ao conceito da não-ação, de Lao Tse, mesmo que interpretando ao meu pobre e mesquinho modo.
( Apaguei a continuação. De comentario com justificativa ia se tornando confessionario)
Um abraço
http://oimpressionista.wordpress.com/

4 comentários:
vim um pouco tarde te agradecer o teu comentario, mas agora aqui estou , e gostei imensamente detuas fotos e tuas palavras.
O que aconteceu no japao é mais que terrivel, mas nao achas que que somos todo culpaveis, isto é o genero dzquehumano!?!! e pode ter consequencias para o mundo inteiro!
um abraço
Muito me honra sua visita, Myra, não precisa se dar ao trabalho. Agradecida. Eu gosto dos bancos que recolho por ai e posto em fotos, aqui, gosto de conversar e esclarecer.
Certamente temos grande culpa nas mudanças que produzimos em nossa casa, Gaia. Não uso o conceito dentro de uma ótica mística - o que tambem poderia ser, mas no conceito científico de um sistema inter e autorregulável que nossa espécie insiste em afastar do equlíbrio, com nossas práticas predatórias e blablabla, estamos certamente, nós, eu e voce bastante conscientes disso . Quantos mais estão sabedores, quantos não, parece-me que esta relação tende no sentido dos não-conscientes por ignorância, somado ao dos irresponsáveis que sabem e não conseguer agir e dos que não estão nem aí. Sabem, mas atribuem a terceiros a responsabilidade. Contra uma pequena parcela que não deixa pegadas de carbono. Somos lógico, todos responsáveis. Mudamos o clima, as relações das correntes marítimas e rios aéreos vem sendo sèriamente alteradas. Espero para ver. Quanto de remodelação a Terra está necessitando para um novo equilíbrio. Quantos e quais tipos de seres vivos irão sobreviver e como. Não é fantástico estar-se vivo para presenciar isso ?
Tudo acontece tal como tem de acontecer por força de causas e consequências diversas.
Cadinho Roco,
não tenho a disciplina necessaria para uma convivencia padronizada, daí que despareço, volto, minhas visitas não são regulares, mas quando visito passeio por suas páginas lendo novidades - para mim - e relendo outras coisas que de repente se tornam novidades tambem, uma vez que vistas de outro modo na linha do tempo.
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