Tenho opinado aqui e ali pelo facebook, mas hoje postei esse comentario ao que Nadia Diniz compartilhou daqui : Blog da Cidadania
Comentei :
Aiaiai, um monte de coisa para contestar mas estou com preguiça...Bem, a questão da revalidação de diplomas estrangeiros, exigencia para que medicos formados em outros paises não é exclusividade brasileira. Em qualquer lugar voce tem que passar por um processo de validação, que frequentemente incluem provas para aferição do conhecimento. Em Cuba se formam dois niveis de médicos, o da saude comunitaris e o de atendimento hospitalar. Os que viriam seriam do primeiro grupo. Quanto aos médicos recém formados irem trabalhar obrigatoriamente no "interior", por questão de igualdade de direitos, TODOS os demais profissionais formados nas universidades publicas deveriam cumprir o mesmo periodo. Engenheiros, administradores, advogados, estilistas designers, jornalistas e a lista é enorme. Senão, é injustiça, ou punição. Mais :
Porque os recem formados não vão espontâneamene apesar de mutas vezes os salarios ofertados serem tentadores ? Porque já é sabido que frequentemente o pagamento é irregular, mas principalmente pelas condições de trabalho em uma fase onde o jovem medico ainda necessita treinamento e supervisão, daí as residências médicas, já que o conteúdo do saber específico é vastíssimo
As condições culturais dos pacientes do "interior" vai criar enormes obstaculos à compreensão nessa relação bilíngue, que já é complicada mesmo para medicos do Brasil, devido a diferenças regionais mas principalmente a uma forma peculiar de denominar doenças, sintomas, de certa classe assim como a dificuldade que tem em compreender prescrições e fazer uso correto da medicação
.Em tempo: O medico de familia de Cuba é treinado para aplicação de programas de saude, exames dentro dos programas e não atende a demanda de "consulta" ao que o brasileiro aspira. Essa mesma aplicação de programas é ministrada no Brasil, nos PSF pelos enfermeiros treinados e habilitados. Aliás, tenho a impressão, por minhas pesquisas e algum contato com egressos desse sistema de Cuba, que nossos Enfermeiros estão mais habilitados em formação e pratica de tecnicas de saude, do que os medicos de familia de Cuba. Gente ! É outra realidade social, cultural...Não é corporativismo, trata-se de olhar sem preconceito todos os aspectos da questão.
E a medicina hospitalar de Cuba, como a de familia ( para Cuba) é ESPETACULAR . Uma quantidade de inovações tecnológicas e tratamento para diversas condições, surgem de lá. Com muita gente de todo mundo buscando clinicas especificas e tratando-se em hospitais cubanos
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Comentei :
Aiaiai, um monte de coisa para contestar mas estou com preguiça...Bem, a questão da revalidação de diplomas estrangeiros, exigencia para que medicos formados em outros paises não é exclusividade brasileira. Em qualquer lugar voce tem que passar por um processo de validação, que frequentemente incluem provas para aferição do conhecimento. Em Cuba se formam dois niveis de médicos, o da saude comunitaris e o de atendimento hospitalar. Os que viriam seriam do primeiro grupo. Quanto aos médicos recém formados irem trabalhar obrigatoriamente no "interior", por questão de igualdade de direitos, TODOS os demais profissionais formados nas universidades publicas deveriam cumprir o mesmo periodo. Engenheiros, administradores, advogados, estilistas designers, jornalistas e a lista é enorme. Senão, é injustiça, ou punição. Mais :
Porque os recem formados não vão espontâneamene apesar de mutas vezes os salarios ofertados serem tentadores ? Porque já é sabido que frequentemente o pagamento é irregular, mas principalmente pelas condições de trabalho em uma fase onde o jovem medico ainda necessita treinamento e supervisão, daí as residências médicas, já que o conteúdo do saber específico é vastíssimo
As condições culturais dos pacientes do "interior" vai criar enormes obstaculos à compreensão nessa relação bilíngue, que já é complicada mesmo para medicos do Brasil, devido a diferenças regionais mas principalmente a uma forma peculiar de denominar doenças, sintomas, de certa classe assim como a dificuldade que tem em compreender prescrições e fazer uso correto da medicação
.Em tempo: O medico de familia de Cuba é treinado para aplicação de programas de saude, exames dentro dos programas e não atende a demanda de "consulta" ao que o brasileiro aspira. Essa mesma aplicação de programas é ministrada no Brasil, nos PSF pelos enfermeiros treinados e habilitados. Aliás, tenho a impressão, por minhas pesquisas e algum contato com egressos desse sistema de Cuba, que nossos Enfermeiros estão mais habilitados em formação e pratica de tecnicas de saude, do que os medicos de familia de Cuba. Gente ! É outra realidade social, cultural...Não é corporativismo, trata-se de olhar sem preconceito todos os aspectos da questão.
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