OS BANCOS ESPERAM VOCES PARA UM BATE PAPO, MAS VAMOS TAMBÉM ATÉ A SALA, O BICHO-DA-MATA

AQUI É OS FUNDOS DA CASA ,
o quarto de guardados

BEM VINDOS TAMBEM AO MEU JARDIM

BEM  VINDOS  TAMBEM AO MEU JARDIM
CLICAR NA FOTO PEQUENA E CHEGAR ATÉ A PARTE PRINCIPAL DA CASA, O JARDIM. MAS LÁ ESTOU QUASE SEMPRE SÒZINHA.. A MAIOR PARTE DOS AMIGOS PREFERE IR AO ' bicho-da-mata.'

16 de dez. de 2013

Novamente do facebook,

Afinal, quase todo mundo só escreve lá, eu inclusive.


 
Da pagina " Petropolis... Transparente.. simples assim"  ( mas a foto do burro, é de Cabo Frio mesmo )
-EM 1981 EU TINHA 8 ANOS E VI UMA VIZINHA PERDER SUA VIDA SOTERRADA, NESTE MESMO ANO HOUVE UM DESLIZAMENTO NA MINHA CASA!

-EM 1988 EU COM 15 ANOS, VIVE OUTRA TRAGÉDIA NA NOSSA CIDADE, CHEGUEI A TROPEÇAR EU HOMEM QUE MORREU AFOGADO NA CORONEL VEIGA!

-VOU DÁ UMA ACELERADA NAS TRAGÉDIAS, POR QUE SE FOR FALAR DE TODAS QUE VIERAM A SEGUIR VOU LEVAR 3 DIAS DIGITANDO! EM MARÇO DE 2013 TIVEMOS A MAIS RECENTE TRAGÉDIA EM Petrópolis !

-E VEJO QUE ELAS SEMPRE SE REPETEM ANO A ANO E QUEM TEM O PODER PARA PELOS MENOS AMENIZAR TAIS TRAGÉDIAS NÃO AS FAZEM COM EFICIÊNCIA.

-VEJO QUE VIDAS SÃO SEMPRE PERDIDAS, SONHOS DESPEDAÇADOS! VEJO CRIANÇAS (TÃO INOCENTES) CHORANDO PORQUE NO DESLIZAMENTO A SUA BONECA FAVORITA SUMIU! VEJO SONHOS DE ANOS SE ACABAREM EM SEGUNDOS! NOITES DE NATAL TÃO TRISTES. VEJO POLÍTICO FALAR QUE VAI FAZER E ACONTECER! E PARTICULARMENTE EU NÃO VEJO ELES FAZEREM NADA DE DIFERENTE, DE EFETIVO (SEMPRE AS MESMAS PROMESSAS) E O POVO CONTINUA NA MESMA SITUAÇÃO! VERBA EXISTE ($$$$$$ TEM).
MAIS TRAGÉDIA ACABOU VIRANDO UM COMERCIO ( PARA MUITOS, UM ÓTIMO NEGOCIO).
FAÇO ESSA EXPLANAÇÃO POR JÁ TER VIVENCIADO ESSAS TRAGÉDIAS! POR VER NOSSA CIDADE EM RISCO CONSTANTE DE TRAGÉDIA, COMO ESTÁ NA MATÉRIA DO JORNAL QUE COMPARTILHO.
Petrópolis é a cidade com mais risco iminente de desastres no estado
www.tribunadepetropolis3.hospedagemdesites.ws
Pelo menos 83 mil pessoas vivem em áreas de risco de desastre iminente no estado fluminense. A constatação é do Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio (DRM), que às vésperas do verão, estação mais chuvosa do ano, divulgou levantamento com 2,8 mil pontos de deslizamentos em 91 municípios....
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  • Tania Helena Beer Me desculpe , mas sou mesmo meiomuito chata e não entendo algumas coisas . Primeiro: aponte-me em Petropolis áreas que não são de risco e quais seriam suas sugestões para alocar essas 83 mil pessoas, o que seria diferente, efetivo, já que a condição de risco já vem pela constituição geografica e geologica da região. Segundo o plano urbanistico do Koeller, encostas não deveriam ser ocupadas, bem como se deveriam manter distancia das margens de certos rios. Mas a população, seguindo ordens religiosas, cresceu e multiplicou e então ocupou. Eu traço um paralelo com as monções da China e India, os tornados do centro oeste dos Estados Unidos, e tantas outras situações recorrentes e inevitaveis a menos que não houvessem pessoas a residir nesses locais. Convivi com tantos dramas quanto voce e por duas vezes tive casas onde morava afetadas gravemente por deslizamentos e pelo menos uma dessas vezes a casa não poderria ser considerada "de risco" já que em um platô enorme, em um monte de inclinação suave e pouco elevado, mas com precipitação acima da media, o desatre ocorreu - 88 , acho. Assim como o desastre do Vale do Cuiabá. Trata-se de uma cidade em zona de alta precipitação, pela proximidade com o mar, com solo constituido sobre rochas com uma capa de rochas capa fragmentadas, e que ocupa as varzeas dos rios, locais para onde o rio se expande quando aumentam o volume de água, e com encostas ingremes e pouco sustentadas pelas condições referidas do sub solo. Fico pensando: remover a cidade, sim, mas para onde ? pars as áreas de lagoas aterradas da Baixada Litorânea ? Ah ! mas já estão ocupadas, já sofrem tambem com enchentes por falta de áreas de escoamento da água, quando de grandes precipitações. Não consigo imaginar. E nesses estudos que apontam o risco, quais apontam soluções ? Eu gostaria mesmo de saber o que se pode fazer e não se faz, alem de alertar a população para que fujam e se aglomerem provisoriamente até passar o risco. Uma possibilidade, talvez, transformar áreas nobres em condominios habitacionais para a população em risco, mas mesmo a Koeller ou a Rua da Imperatriz são invadidas pelas enchentes. Não sei, não consigo mesmo imaginar...Mesmo quando pouca gente morava aí, pouco lixo havia nos rios, pouco revestimento do solo para facilitar a penetração da água, muitas árvores ainda existiam nas encostas, impedindo deslizamentos, mesmo assim, enchentes ocorriam e alguns deslizamentos, segundo estudos que já li outrora. Puxa! Eu gostaria mesmo de me atualizar e saber quais seriam as soluçoes que o dinheiro pode resolver e os politicos nunca quiseram fazer.

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Trata-se de não perder o foco, e resgatar o que ando dizendo nas casas que visito.