OS BANCOS ESPERAM VOCES PARA UM BATE PAPO, MAS VAMOS TAMBÉM ATÉ A SALA, O BICHO-DA-MATA

AQUI É OS FUNDOS DA CASA ,
o quarto de guardados

BEM VINDOS TAMBEM AO MEU JARDIM

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14 de set. de 2010

Para uma " curiosa identidade"

Olá!
Voce apresenta bem, claro e evidente, a problemática das relações familiares e de construção (desconstrução, reconstrução ) da pessoa. Feito o diagnóstico, me vejo diante de uma vazio (falta de esperança): há uma proposta de reconstrução, transformação, no entanto o que não vejo é intenção/ação para mudanças, a partir do sujeito encontrado no objeto deste estudo.
Alguma mudança, que aparentemente ocorre e quase nos conforta, é mudança em superfície, para atender ao politicamente correto, mas não resiste a uma olhadela de perto. Aí, onde não somos normais, o pai que balança o berço, que troca a fralda, intimida com palavras e ações seus filhos/discípulos. A feminista mãe radicaliza na desatenção aos filhos, ou assume uma postura hipócrita, com grave ruptura entre o discurso e a prática.
Mas quem vos escreve é uma Urtigão sem fé nem esperança. Continue firme e com fé no seu trabalho, quem sabe trará resultados que facilitem minha conversão a qualquer crença que não crença na dúvida sistemática



***Ler o artigo da Christina, AQUI



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2 comentários:

xistosa, josé torres disse...

Como sou um incorrecto "politicamente falando", mas também não acredito no amanhã.
Nem no hoje.
Mas se todos os dias acordar vivo ... talvez tente viver ao sabor do presente.

Dona Sra. Urtigão disse...

Olá, José
Ao receber voce, aqui, no quarto de guardados das minhas opiniões que espalho por aí, atrevo-me a uma certa intimidade, quem sabe sinais de uma boa amizade se estruturando.
Fiquei curiosa quanto ao seu ser polìticamente incorreto e logo quero saber o quanto, em que prismas, sou mesmo uma velhinha muito curiosa.
Na segunda parte do seu comentário, não entendi o "talvez", pois entendo o tentar como um estado do ser - estamos sempre tentando encontrar o melhor presente. Não concebo como alguem pode ainda cogitar talvez tentar relaxar na busca da 'boa vida"

Trata-se de não perder o foco, e resgatar o que ando dizendo nas casas que visito.